Um entregador de aplicativo foi baleado no pé durante uma discussão com um cliente na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Valério de Souza Junior, vítima do ocorrido, expressou profunda preocupação sobre quando poderá retornar ao trabalho, destacando o trauma físico e emocional sofrido.
O incidente ocorreu quando o cliente, identificado como José Rodrigo da Silva Ferrarini, policial penal, recusou-se a descer para a portaria do condomínio. De acordo com o relato de Valério, o clima se tornou tenso quando o cliente chegou “alterado” à portaria. A discussão girava em torno da troca do código de confirmação pela encomenda.
“Quando ele veio, ele já veio alterado. Falei: ‘cara, fica tranquilo, eu só preciso do código’. Ele falou: ‘me dá o pedido’. Eu falei ‘não. Me dá o código, que eu te dou o pedido'”, contou o entregador.
Foi neste momento que o policial penal efetuou um disparo contra o pé de Valério, proferindo ameaças e um palavrão.
O caso, registrado na 32ª DP (Taquara), está sob investigação. A Polícia Civil informou que a vítima foi encaminhada para exame de corpo de delito e que testemunhas estão sendo ouvidas. A arma do agente foi recolhida para perícia.
A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) confirmou que José Rodrigo da Silva Ferrarini é policial penal e está na ativa, mas ressaltou que a conduta atribuída ao servidor “ocorreu fora do exercício de suas funções”.
O episódio gerou revolta entre outros entregadores, que se reuniram para um protesto em frente ao condomínio. Eles manifestaram indignação com o fato de o atirador ter sido ouvido e liberado na delegacia.
A empresa iFood, por meio de nota, reforçou que os entregadores não são obrigados a levar os pedidos até a porta dos apartamentos e condenou veementemente a violência. A plataforma anunciou que disponibilizará à vítima serviços de apoio jurídico e psicológico.
Valério, que recebia R$ 7 pela entrega, resume o sentimento de muitos trabalhadores: “Eu recebia R$ 7 para tomar um tiro no pé”. Sua recuperação e o retorno ao trabalho agora são incertos, enquanto aguarda justiça e tenta superar o trauma do ocorrido.
Esperou o contato o contato veio , segue o jogo
Me dá uma revolta quando fazem essa sacanagem com trabalhador.
por isso que os policiais bostileiros são contra liberar arma pra população, gostam de tacar o terror sem chance de revide nenhum
Eu odeio esses vermes fardados. Batem continência pra todo tipo de bandido/político corrupto, protegem e fazem escolta pra político bandido e humilham, agridem e roubam trabalhadores. Polícia é a escória do planeta.
Todo dia tem um caso isolado de um desses vermes que servem aos poderosos e trabalham contra o povo.
Caraca, maluco perigoso demais, atirou no pé e ainda ficou tranquilão…
essa baleia querendo se meter no meio
tem gente que é folgado mesmo, a perna do cara não ia cair se ele fosse buscar o lanche, nada justifica, uma boa recuperação para o rapaiz entregador.
Um caso desse aí merecia expulsão na hora da corporação. Lixo desse merecia perder o ganha pão e virar miliciano. Na milícia ia pra vala rápido.
Como que dão uma arma pra um cara mentalmente desequilibrado desses? o que custa só descer e ir pegar o lanche, atirou no rapaz e deve ter fodido o pé dele pra sempre se pá por nada.
Esse tipo de cena só me faz pensar que cada dia que passa, vou achando que ser honesto nesse país não vale a pena, você ganha uma merreca que não da pra porra nenhuma, é esculachado pelos bandidos, é esculachado pela polícia, aí você ainda é obrigado a abrir o instagram e vê criminoso dando certo na vida divulgando tigrinho enquanto tu que trabalha honestamente, não vai pra frente, é foda demais, ai a polícia que devia proteger a gente faz um papelão desses é simplesmente inacreditável