Oito corpos são encontrados em depósito ilegal em Akamkpa, Nigéria; polícia investiga tráfico de órgãos

Na madrugada de sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026, um achado macabro chocou a comunidade de Isong Inyang, na área do governo local de Akamkpa, estado de Cross River, Nigéria. Oito corpos em avançado estado de decomposição foram descobertos em um depósito clandestino, gerando pânico entre os moradores e mobilizando as forças policiais locais.

O local, conhecido na região como um ponto de comércio de sucata, era utilizado para o armazenamento inadequado de cadáveres. Moradores relataram que o estabelecimento funcionava como uma sala de embalsamamento, mas denúncias indicam que o espaço era usado para atividades criminosas, possivelmente envolvendo sequestros, assassinatos e remoção ilegal de órgãos. Testemunhas afirmam que produtos químicos fortes eram aplicados para minimizar o odor dos corpos após a extração dos órgãos, prática que, segundo relatos, ocorreria há anos sem ser detectada pelas autoridades.

As autoridades policiais confirmaram a prisão de um suspeito, identificado como Sunday Ben Reuben, natural da área de Nsit Ibom, no estado de Akwa Ibom. Ele é funcionário de uma empresa que opera na região e está sob custódia enquanto as investigações prosseguem. A polícia estadual de Cross River determinou uma investigação completa para apurar as circunstâncias das mortes e esclarecer se houve remoção criminosa de órgãos.

Os corpos encontrados estavam ressecados, indicando que estavam no local há um período considerável, o que reforça a gravidade da situação e a possibilidade de que o depósito clandestino funcionasse por um longo tempo sem ser descoberto. A polícia apela para que a população mantenha a calma e evite especulações, garantindo que informações verificadas serão divulgadas à medida que a investigação avança.

Este caso evidencia um problema crescente na Nigéria, onde redes criminosas envolvidas em sequestros e tráfico de órgãos têm causado preocupação às autoridades e à sociedade civil. A descoberta em Akamkpa reforça a necessidade de ações mais rigorosas para combater essas práticas ilegais e proteger a população local.

As investigações continuam em andamento, e a polícia promete transparência e rigor na apuração dos fatos para levar os responsáveis à justiça. A comunidade aguarda respostas e medidas efetivas para evitar que tragédias como essa se repitam.

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