Uma mulher foi brutalmente torturada por um grupo de moradores na cidade de Ekpè, no Benin, após ser acusada de roubo de celulares. O caso veio à tona após um vídeo começar a circular nas redes sociais na quarta-feira, 23 de abril de 2026, mostrando a vítima completamente nua, amarrada e suspensa sobre uma fogueira acesa de forma proposital.
Nas imagens, a mulher aparece sendo submetida a uma violência extrema. Ela foi posicionada de forma que suas partes íntimas ficassem diretamente expostas ao fogo, sendo queimadas enquanto gritava de dor. A agressão foi tratada pelos envolvidos como uma forma de punição, em um ato de justiça pelas próprias mãos.
De acordo com as informações apuradas pelas autoridades, a vítima apresentava sinais de transtornos mentais momentâneos, o que pode ter influenciado na situação que levou às acusações. Mesmo assim, ela foi capturada e submetida à tortura coletiva.
A Polícia Republicana do Benin iniciou a investigação no mesmo dia em que o vídeo se espalhou. Na quinta-feira, 24 de abril de 2026, seis pessoas foram presas suspeitas de participação direta no crime.
A mulher foi resgatada com vida e encaminhada para atendimento médico. O estado de saúde não foi divulgado até o momento.
O caso segue sob investigação, e as autoridades buscam identificar outros envolvidos que aparecem ou teriam participado da ação.





















Até a punição para mulher criminosa busca humilhar e ferir a dignidade sexual.
Umas pauladas não é o suficiente, tem que atacar o íntimo.
O cara que vê algo assim e acha bonito não é uma pessoa confiável para se ter ao lado.