Um jovem conhecido como “Luquinhas” foi executado a tiros durante um ataque armado em um bar no município de Anadia, no interior de Alagoas. O fato provocou pânico entre clientes e funcionários do estabelecimento, que presenciaram a ação criminosa.
De acordo com informações disponíveis, cinco homens fortemente armados invadiram o local no momento em que a festa estava ocorrendo. A ação começou com uma mulher sendo feita refém, o que gerou grande agitação no ambiente. O grupo buscava um traficante apontado como comandante da região, que supostamente estaria participando do evento.
Ao chegarem ao bar, no entanto, os criminosos não encontraram o alvo principal da emboscada. Diante da situação, a violência foi direcionada a “Luquinhas”, que foi arrastado à força de dentro do estabelecimento para a área externa, em frente ao local. Testemunhas relataram ter ouvido gritos e percebido o desespero de quem estava presente na ocasião.
Já do lado de fora, o jovem foi atingido por vários disparos de arma de fogo. O primeiro tiro, que atingiu a nuca, foi fatal, e a vítima caiu morta no local – fato que caracteriza a ação como um executório.
Após o fato, a Polícia Militar foi acionada e esteve no local para realizar as primeiras diligências. O caso será investigado pelas autoridades competentes, que deverão apurar as circunstâncias do crime e identificar os responsáveis pelo ataque.


















Os criminosos procuravam o chefão do tráfico. Não o encontraram. Diante do fracasso, optaram pelo plano “B” : executar o estagiário do SUS que, por infeliz coincidência, estava no lugar errado na hora errada.
Pegaram o pobre Luquinhas, um jovem estudante de medicina que provavelmente só queria aproveitar a noite como qualquer outro da sua idade. O futuro doutor, ali, relaxando após uma semana exaustiva de plantões e provas de anatomia, saboreando uma cerveja inocente.
Rapaz, esses red pill tão invadindo até as festas. Fizeram uma mulher de refém apenas pelo fato de ela ser mulher!