Um aluno de 15 anos chamado Timofey Kulyamov atacou pessoas na Uspenskaya Comprehensive School, no vilarejo de Gorki-2 (distrito de Odintsovo, região de Moscou), em 16 de dezembro de 2025.
Ele entrou na escola com uma faca, spray de pimenta e um objeto falso simulando explosivo. Filmou o ataque com o celular.
Perguntou a um grupo de alunos e professora sobre nacionalidade. Confrontado por um guarda de segurança de 32 anos (Dmitry Pavlov), usou spray de pimenta e depois o esfaqueou.
Perseguiu alunos e, na escada, esfaqueou fatalmente Qobiljon Aliyev, um menino de 10 anos (4º ano), cidadão russo de etnia tajique. A criança morreu dos ferimentos. Outros ficaram feridos, mas sem gravidade.
Usava camiseta com “No Lives Matter” e capacete balístico com slogans neonazistas e supremacistas brancos.
Antes, enviou um manifesto a colegas com ódio contra muçulmanos, judeus, LGBT+ e teoria da “grande substituição”, inspirado em Columbine e outros casos.
Foi detido no local pela polícia. Acusado de assassinato (de menor) e tentativa de assassinato, ficou em prisão preventiva por dois meses. Como menor, pena máxima é limitada.
O caso causou repercussão no Tajiquistão (país de origem da família da vítima), com condenação como crime de ódio étnico e pedido de investigação. Autoridades russas investigam.
O julgamento ainda não começou; ele segue aguardando processo.



















